Vim dividir uma frustração com vocês da onde vem esse tal “&”? Após muita pesquisa constatei que o “&” é um sinal, denominado ampersand ( um anglicismo), é um “e” comercial ou sinal tironiano, um carcterer ou símbolo usado para substituir a conjunção aditiva e. Ele vêem da conjunção latina ET ( mãe da nossa conjunção aditiva e), trata-se então de uma ligatura – uma combinação do desenho de duas letras em um único sinal – e foi desenvolvida por Marco Túlio Tirão (em latim Marcus Tullius Tiro, foi escravo de Cícero, um grande orador romano).Foi criado para poder registrar com mais rapidez o discurso de Cícero. Também foi responsável pela invenção do sistema taquigráfico de sinais tironianos, usado mais tarde por monges. Embora o traçado do símbolo tenha evoluido até sua forma atual, em algumas famílias de fontes ainda é possível encontrar as duas letras que ele representa. Um dos exemplos é esse:
& ( California FB)
quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Sobre Teorias Erradas
Recentemente recomendei a um amigo X que assistisse à comédia romântica Qualquer gato vira-lata; o que ele me respondeu? - Filme brasileiro, eu não assisto! Pois é incrível ver que ainda tem pessoas que pensam que todo filme brasileiro é obrigatoriamente de violência, ou pastelão. A prova de que ele estava equivocado é o longa Qualquer gato vira-lata.
O filme não paira apenas pelo universo confuso e louco, feminino, mas, também pela lógica masculina. Uma essência totalmente básica e seqüencial, quase uma teoria. O espectador é levado no auge de uma teoria e começa a identificar semelhanças e resultados parecidos. A teoria de que o homem “gosta de sofrer”; de que a mulher tem sim, que ser fazer de difícil e de guardar o melhor pro final.
E tudo caminha para esta teoria, até que no meio da estrada havia um professor, lindo, romântico de uma forma real. Como por exemplo, achar o preço do restaurante chiquérrimo exorbitante. O pobre professor que tem um carro velho que enguiça no meio do caminho, que anda com a blusa amassada do lado de fora da calça, usa óculos, e não dança, como diria este amigo meu: um macho ALFA.
O que já era esperado não ocorreu, a gatinha toda-toda do filme não fica com o garanhão que todas querem. Prefere o cara que se mata de trabalhar, que estuda ao invés de ir a baladas. E isto para quem está acostumado a assistir filmes românticos sabe que isto não ocorre. O galã é sempre rico, fofo, bem sucedido, romântico; ou seja o príncipe de todos os contos de fadas. Por isso a genialidade deste filme.
E por este motivo toda a sua teoria é contrariada por si mesma. Ela não se faz de difícil pra ele, se declara, e corre atrás dele. E ele sacrifica a sua teoria colocando-a por terra ao ficar com ela, e assim, o professor-pesquisador tão certo de suas teorias assume seu erro e fica com a bela. segunda-feira, 2 de maio de 2011
Romance
Filme estrelado pelo até então conhecido Capitão Nascimento (Wagner Moura) retrata uma peça-base para as grandes histórias de amor mundiais: Tristão e Isolda. A história é a mais retratada no mundo, contendo: amor impossível, violação das regras, e morte. Neste filme em questão tem um olhar diferenciado, um prisma não visto antes: um meta-filme. No entanto, como fazer um filme base desta peça do séc. XII fazendo um metafilme. Um filme sobre outro filme. Um filme que começa falando de uma peça, e termina retratando um filme: Tristão e Isolda, nordestinos. O longa, na realidade, relata a vida conturbada de um ator/diretor/roteirista no dia-a-dia de seu teatro. Como ator o personagem vive pleno em poder estrelar no palco de um teatro, mesmo este tendo em sua entrada principal uma obra interminável do metro. Já como diretor se empenha em exprimir no palco sua dedicação e admiração por uma obra conhecida e aclamada mundialmente. Quando responsável pelo roteiro alcança o brilhantismo no final do filme quando transforma Tristão e Isolda numa versão nordestina.
Romeu não seria tão complacente quanto o Tristão nordestino tratado no filme, porém a tragédia básica, em questão, para o romance de Shakespeare é tão eloqüente quanto. Essa versão é fenomenal e nos dá vontade de assistir este filme inexistente já que são apenas flashs e ao mesmo tempo continuar acompanhando aquele diretor que na verdade luta por um verdadeiro amor.
O filme fala mesmo deste universo de ator-roteirista-diretor, o amor pelo teatro e pela áurea mágica da história retratada. E como personagem coadjuvante o amor entre um diretor e uma atriz principal, que se vê dividida entre teatro e televisão. E nesta história ele (Pedro) confunde o ciúme de ver sua amada tendo que viajar para gravar, com a vida que ela optou, como televisão? Teatro é muito melhor! Pensa Pedro e nesta indecisão também se encontra ela (Ana).
Pronto o amor impossível já se criou, com ideais diferentes o final só poderia ser trágico. Quando Pedro incucado com tantos questionamentos escuta na coxia do teatro Ana contar para sua produtora (Andrea Beltrão) que está divida, que um ela ama, mas o outro pode proporcioná-la um belo futuro. Então o Romeu, Tristão, Pedro, faria o que qualquer um faria, tiraria sua conclusão e terminaria com a Julieta, Isolda,Ana.
Ana arrasada se afasta durante três longos anos. A produtora resolve pedir para Pedro fazer um especial de natal para a atriz. E ele aceita torcendo para que Ana goste da ideia propõe: Trsitão e Isolda nordestinos. Mas um ator penetra na trama como Tristão e engana Ana para conquistá-la. E no fim como devia ser ela descobre e volta para seu verdadeiro Tristão: Pedro.
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